
Texto base: 1 Tessalonicenses 5:23.
“E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.” - 1 Tessalonicenses 5:23 (Almeida Revista e Corrigida).
Vou compartilhar com vocês neste capítulo, a hipocrisia religiosa tão combatida por Jesus Cristo em seu ministério terreno.
Antes de qualquer comentário, deixo claro que não pode ser considerado como legalista o cristão zeloso pelos princípios divinos, que tem sua vida orientada pela Bíblia, que permanece no caminho da santificação pelo poder do Espírito de Deus.
O que estamos tratando aqui é o inútil esforço humano em busca de santidade independentemente de Cristo. Pessoas que se esforçam para alcançar a justificação pelos seus próprios méritos, substituindo a Graça de Deus pelas obras. Religiosos que estão mais preocupados em cumprir regras humanas do que obedecer a Palavra de Deus.
Pessoas que cumprem essas coisas para não “perderem” a salvação.
Para muitos crentes o legalismo com seus “usos e costumes” são tão importantes como a Palavra de Deus, pois procuram se relacionar com Deus baseados nas ordenanças humanas.
Obediência às regras e tradições humanas não têm nenhum valor espiritual. Não acrescenta em nada diante de Deus. Pelo contrário, é uma afronta a Sua maravilhosa Graça.
Vamos meditar um pouco no Evangelho de Marcos 7:1-13:
“1 Ora, reuniram-se a Jesus os fariseus e alguns escribas, vindos de Jerusalém.
2 E, vendo que alguns dos discípulos dele comiam pão com as mãos impuras, isto é, por lavar
3 (pois os fariseus e todos os judeus, observando a tradição dos anciãos, não comem sem lavar cuidadosamente as mãos;
4 quando voltam da praça, não comem sem se aspergirem; e há muitas outras coisas que receberam para observar, como a lavagem de copos, jarros e vasos de metal [e camas]),
5 interpelaram-no os fariseus e os escribas: Por que não andam os teus discípulos de conformidade com a tradição dos anciãos, mas comem com as mãos por lavar?
6 Respondeu-lhes: Bem profetizou Isaías a respeito de vós, hipócritas, como está escrito: Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim.
7 E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens.
8 Negligenciando o mandamento de Deus, guardais a tradição dos homens.
9 E disse-lhes ainda: Jeitosamente rejeitais o preceito de Deus para guardardes a vossa própria tradição.
10 Pois Moisés disse: Honra a teu pai e a tua mãe; e: Quem maldisser a seu pai ou a sua mãe seja punido de morte.
11 Vós, porém, dizeis: Se um homem disser a seu pai ou a sua mãe: Aquilo que poderias aproveitar de mim é Corbã, isto é, oferta para o Senhor,
12 então, o dispensais de fazer qualquer coisa em favor de seu pai ou de sua mãe,
13 invalidando a palavra de Deus pela vossa própria tradição, que vós mesmos transmitistes; e fazeis muitas outras coisas semelhantes.” - Marcos 7:1-13 (Almeida Revista e Atualizada).
No período do ministério terreno de Jesus a religião judaica estava imersa em deterioração moral e espiritual.
Os escribas e fariseus eram exagerados em observar a tradição dos anciãos. Quando voltavam para casa se lavavam “purificando” as vasilhas, copos, jarros, vasos de cobre, e até mesmo as camas.
“Essas regras foram impostas pelos anciãos, mas não tinham amparo na Palavra de Deus. Lavar as mãos antes das refeições não é uma exigência do Antigo Testamento. Era uma lei de purificação criada pelos homens, mas não estabelecida por Deus. Essa lavagem de mãos, como já afirmamos, não tinha nada a ver com higiene pessoal ou a ordenança da lei, mas apenas com a tradição dos escribas e fariseus. Isso era mais um fardo que eles inventaram para o povo carregar (23.4).” (1)
O crente moralista se esforça para alcançar o céu subindo a escada da sua própria justiça. Tenta ganhar a salvação por intermédio da obediência de mandamentos de homens.
A tradição dos anciãos era a uma adição de preceitos acrescentados à Lei de Moisés. Estabeleceram o legalismo com os seus costumes no lugar dos mandamentos de Deus.
A tradição dos anciãos era muito mais exigente do que a Lei escrita de Deus, pois se tratava duma adição de regras inventadas por eles aos mandamentos de Deus. Não havia nenhuma exigência na lei de Deus sobre a prática de purificação das mãos para todas as pessoas antes, durante e após suas refeições diárias. A religião judaica priorizava mais as aparências e observâncias externas criados pelos homens do que as Escrituras.
A religião judaica estava em crise. Justamente a nação que deveria ser exemplo para as outras nações, pois sabemos que foi a nação escolhida, recebendo inclusive a Lei de Deus no Monte Sinai. Nação que recebeu profetas, juízes, reis, cultos, levitas e sacerdotes.
A religião farisaica valoriza mais o exterior do que o interior. Jesus deixou claro que isso é tão absurdo como o lavar pelo lado de fora um prato ou copo sujo por dentro.
“É lamentável constatar que os cristãos, com muita frequência, têm seguido os passos dos fariseus no tocante a essa questão. Esse mesmo processo tem ocorrido por muitas e muitas vezes e têm tido as mesmas consequências. Observâncias religiosas, frutos da invenção humana, têm exercido pressão no sentido de serem aceitas pelos cristãos, observâncias que, conforme todas as aparências, são úteis e, de qualquer modo, bem-intencionadas; porém, não são ordenadas na Palavra de Deus, em parte alguma. Tais observâncias, pouco a pouco, têm sido impostas com maior vigor do que os próprios mandamentos do Senhor e defendidas com maior zelo do que a autoridade da própria Palavra de Deus. E não precisamos buscar muito para acharmos exemplos. A história de nossa própria igreja suprirá os exemplos.” (2)
Como eles não conseguiam cumprir os mandamentos de Deus, viviam criando novas regras para que ficasse evidente suas justiças externas.
Eles estavam cometendo um gravíssimo pecado em violar a Lei de Deus. Adulteravam a Lei de Deus pela tradição e também pelo comportamento hipócrita que viviam. Eles não amavam a Lei. Eles eram amantes de si mesmos. “Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céus.” - Mateus 5:20 (Almeida Revista e Atualizada).
O legalista acrescenta regras ao mandamento de Deus e proíbe coisas que Deus não condena em Sua Palavra.
“Esse procedimento, porém, não era um mandamento. Foi uma lei oral que evoluiu da lei escrita (o Antigo Testamento) que exigia que os sacerdotes lavassem suas mãos e pés numa bacia de bronze antes de entrarem na tenda da congregação (Ex 30.19; 40.12). Os leigos piedosos também buscavam manter-se puros de qualquer contaminação por meio de práticas tais como "a lavagem de copos, de jarros e de vasos de bronze" (v. 4b). Esses rituais refletiam a convicção de que a fonte do mal era externa; as impurezas vêm do contato com pessoas ou coisas impuras. Ao denunciar tais práticas (7.1-13), Jesus define a verdadeira fonte do mal (7.14-23).” (3)
Eles não cultivavam o hábito de lavar as mãos por questões de higiene pessoal ou cumprimento da Lei. Esse costume era apenas mais um fardo legalista criado por eles. A quantidade de água usada pelos fariseus e escribas era tão pouca que não poderia realizar uma higiene adequada. Era apenas um ritual cerimonial prescrito por seus antepassados.
Nos dias de hoje, presenciamos muitos crentes mantendo um rigoroso zelo pelas regras humanas, enquanto a obediência à Palavra de Deus fica no esquecimento.
Líderes religiosos da época do ministério terreno de Jesus eram empavonados e arrogantes. Se julgavam mais santos que os outros, considerando seus ritos externos de purificação essencialmente perfeitos.
Da mesma forma, nos dias de hoje, o legalismo com seus “usos e costumes” assumem lugar de proeminência em muitas denominações religiosas. Muitos crentes coam mosquito e engolem camelo.
“23 "Que aflição os espera, mestres da lei e fariseus! Hipócritas! Têm o cuidado de dar o dízimo da hortelã, do endro e do cominho, mas negligenciam os aspectos mais importantes da lei: justiça, misericórdia e fé. Sim, vocês deviam fazer essas coisas, mas sem descuidar das mais importantes.
24 Guias cegos! Coam a água para não engolir um mosquito, mas engolem um camelo!
25 "Que aflição os espera, mestres da lei e fariseus! Hipócritas! Têm o cuidado de limpar a parte exterior do copo e do prato, enquanto o interior está imundo, cheio de ganância e falta de domínio próprio.
26 Fariseus cegos! Lavem primeiro o interior do copo e do prato, e o exterior também ficará limpo.” - Mateus 23:23-26 (Nova Versão Transformadora).
Os líderes acusadores não estavam preocupados com a higiene ou com a saúde dos discípulos. O objetivo deles era afrontar Jesus que violava a tradição oral dos anciãos. Tentavam a todo custo deter o ensinamento de Jesus. Eles buscavam um confronto com o Mestre doutrinário dos discípulos. “Por que não andam os teus discípulos de conformidade com a tradição dos anciãos, mas comem com as mãos por lavar?”
“Ainda hoje, muitos segmentos evangélicos coam um mosquito e engolem um camelo. Os escribas e fariseus, em nome de uma espiritualidade sadia, negligenciaram o mandamento de Deus, jeitosamente rejeitaram o preceito de Deus e invalidaram a Palavra de Deus. Eles eram culpados de colocar a mera tradição humana acima do mandamento divino, uma regra feita pelo homem acima de um mandamento dado por Deus. Os rabinos haviam dividido a lei mosaica, ou Torá, em 613 decretos distintos, com 365 deles contendo proibições, enquanto 248 eram orientações positivas. Além disso, em conexão com cada decreto, haviam desenvolvido distinções arbitrárias entre o que consideravam “permitido” e o que “não era permitido”. Por meio dessas distinções, eles tentavam regular cada detalhe da conduta dos judeus: seus sábados, viagens, comida, jejuns, abluções, comércio e relações interpessoais.” (4)
Faltava liderança espiritual para o povo judeu.
Os princípios cerimoniais da lei de Deus não eram muitos e nem um fardo pesado para cumprir. No Antigo Testamento os sacerdotes deveriam lavar as mãos antes de entrar no lugar Santíssimo para oferecer sacrifícios.
Não existia na lei de Moisés nenhuma ordenança para que pessoas comuns cumprissem o ritual de purificação antes das refeições.
Com os passar dos tempos os rabinos que interpretavam a lei de Deus, foram acrescentando regulamentos humanos à lei de Deus.
“Tenhamos cuidado para não adicionar qualquer coisa à Palavra de Deus, como se tal acréscimo fosse necessário à salvação. Fazer isso provoca Deus a nos entregar a uma cegueira marcada pelo legalismo. Os acréscimos à Bíblia são como dizer que ela não é perfeita e que sabemos, melhor do que Deus, o que é necessário à salvação do homem. É tão fácil destruir a autoridade da Palavra de Deus por meio de adições, assim como o é por meio de subtrações, sepultando-a debaixo das invenções humanas ou negando sua veracidade. A Bíblia inteira, e nada além da Bíblia, deve ser nossa regra de fé — nada lhe deve ser adicionado, e nada lhe deve ser subtraído.” (5)
Precisamos esclarecer que Jesus jamais desobedeceu ou criticou a Lei escrita de Deus. Ele refutava veementemente a lei oral dos anciãos.
A lei que Jesus transgrediu curando no sábado foi a tradição dos escribas que foi jeitosamente por eles acrescentada à Lei de Deus. Em nenhum momento Jesus quebrou a Lei de Deus. A Lei de Deus é santa tanto no Antigo como no Novo Testamento.
Tanto a lei moral quanto a lei cerimonial manifestam a santidade de Deus.
Jesus não estava descumprindo a revelação de Deus entregue a Moisés.
“Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra.” - Mateus 5:18 (Almeida Revista e Atualizada).
Jesus é o fim da Lei. “Porque o fim da lei é Cristo, para justiça de todo aquele que crê.” - Romanos 10:4 (Nova Almeida Atualizada).
Na Bíblia King James Atualizada diz: “Porque o fim da Lei é Cristo, para justificação de todo o que crê.”
Jesus não desprezou o Antigo Testamento. Ele não veio para anular a lei, mas sim para cumpri-la. Em nenhum momento o ensinamento de Jesus contradizia a lei mosaica. O que Jesus estava combatendo eram a regras legalistas que os líderes religiosos haviam edificado sobre a lei escrita de Deus.
“17 Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir.
18 Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra.
19 Aquele, pois, que violar um destes mandamentos, posto que dos menores, e assim ensinar aos homens, será considerado mínimo no reino dos céus; aquele, porém, que os observar e ensinar, esse será considerado grande no reino dos céus.
20 Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céus.” - Mateus 5:17-20 (Almeida Revista e Atualizada).
A justiça dos escribas e fariseus estava firmada em aparências externas, porém a Justiça do salvo está ancorada em Jesus Cristo que lhe foi imputada e obtida pela fé.
“21 Mas agora Deus já mostrou que o meio pelo qual ele aceita as pessoas não tem nada a ver com lei. A Lei de Moisés e os Profetas dão testemunho do seguinte:
22 Deus aceita as pessoas por meio da fé que elas têm em Jesus Cristo. É assim que ele trata todos os que creem, pois não existe nenhuma diferença entre as pessoas.” - Roma-nos 3:21-22 (Nova Tradução na Linguagem de Hoje).
Na Nova Aliança o regenerado descansa na Justiça e suficiência de Cristo; enquanto os não regenerados não conseguem descansar, pois vivem em contínua busca de novas regras humanas para se salvarem.
“Quando voltam da praça, não comem sem se aspergirem; e há muitas outras coisas que receberam para observar, como a lavagem de copos, jarros e vasos de metal [e camas]),” [v. 4].
Eles tentavam evitar contato com tudo que acreditavam que era imundo.
“[...] um judeu zeloso procurava maneiras de evitar contato com todos os que estivessem cerimonialmente impuros. De acordo com a tradição rabínica, "impuro" incluía muito mais coisas do que aquelas declaradas impuras no código Levítico (Lv 11). Essas tradições cresceram como uma tentativa de definir cuidadosamente, e evitar, toda a impureza. Por exemplo, a sombra de um gentio passando sobre a comida de um judeu piedoso a tornaria "impura", já que os gentios eram a personificação da impureza.” (6)
Eles acreditavam que a salvação deles dependia da observância das regras e cerimônias de purificação.
As pessoas não imaginam o quanto a prática do legalismo religioso é perniciosa. Distorce o entendimento da suficiência de Cristo. Induz as pessoas a acreditarem que podem ser justificadas diante de Deus pela obediência aos costumes estabelecidos pela denominação que pertencem. Essa dependência de ordenanças humanas é completamente oposta ao Evangelho da Graça. Se a pessoa acredita que sua própria justiça ou qualquer outra justiça, pode conduzir ao caminho da salvação, automaticamente está substituindo a Justiça de Jesus Cristo.
Não podemos acrescentar regras humanas ao sacrifício perfeito de Cristo, visto que Ele é suficiente em Si mesmo.
Quando os judeus andavam nas praças e mercados, temiam esbarrar em algum gentio. Por prevenção eles se purificavam com água ao chegarem em casa.
“3 (pois os fariseus e todos os judeus, observando a tradição dos anciãos, não comem sem lavar cuidadosamente as mãos;
4 quando voltam da praça, não comem sem se aspergirem; e há muitas outras coisas que receberam para observar, como a lavagem de copos, jarros e vasos de metal [e camas]),” [v. 3, 4]. (Almeida Revista e Atualizada).
“Finalmente, tracemos uma clara distinção entre aquelas coisas que, na religião, têm sido concebidas pelos homens e aquelas coisas que são claramente ordenadas na Palavra de Deus. Aquilo que Deus determinou é imprescindível à salvação. Mas aquilo que o homem determina não o é. O que o homem planeja talvez seja útil e prático em algumas circunstâncias; mas a salvação da alma não depende da obediência a esses planos. Somente aquilo que Deus requer é essencial à vida eterna. Portanto, aquele que, voluntariamente, desobedece ao que Deus ordena arruína sua própria alma.” (7)
A intenção deles era atingir Jesus. Eles ficaram escandalizados porque os discípulos não seguiam às ordenanças humanas. “Interpelaram-no os fariseus e os escribas: Por que não andam os teus discípulos de conformidade com a tradição dos anciãos, mas comem com as mãos por lavar?” [v. 5]. (Almeida Revista e Atualizada).
Jesus acusou os escribas e fariseus de legalistas.
Crentes legalistas são implacáveis. Vivem farejando o tempo todo, fiscalizando e até mesmo perseguindo quem discorda de seus ensinamentos. Rigorosos e zelosos das regras por eles mesmo criadas e impostas, contudo, são transgressores da Palavra de Deus.
Os discípulos de Jesus estavam transgredindo a lei oral (tradição dos anciãos), no entanto, os escribas e fariseus estavam transgredindo a Lei (escrita de Deus).
O ritual cerimonial que os discípulos não estavam observando eram regras ensinadas por homens (lei oral dos anciãos).
Termino este capítulo com uma advertência: Essa situação vivida pelo povo judeu é um alerta contra o legalismo para a igreja contemporânea. Não devemos tolerar o legalismo com os seus “usos e costumes”.
A tradição religiosa tomou o lugar da Palavra de Deus em muitos seguimentos evangélicos. Líderes religiosos estabelecendo “regras” e “costumes” sem amparo na Palavra de Deus.
Não é de admirar que os objetos de cultos da Antiga Aliança já estão presentes em muitos púlpitos brasileiros.
Se já não estiver acontecendo, do jeito que a coisa vai, não vai demorar muito para que os “crentes” dos nossos dias voltem ao cerimonial lavando mãos, copos jarros, camas, mesas, cadeiras e até mesmo os púlpitos.
Continua...
Josnei Borges dos Santos
Referências bibliográficas:
(1) LOPES, Hernandes Dias. Mateus: Jesus, O Rei dos reis. 1. ed. 5. reimpressão. São Paulo: Hagnos. 2019. 476 – 477.
(2) RYLE, J. C. Meditações no Evangelho de Marcos. 2. ed. São José dos Campos: Fiel. 2018. p. 116.
(3) MULHOLLAND, Dewey M. Marcos Introdução e Comentário. 1. ed. 1. reimpressão. São Paulo: Vida Nova. 2005. p. 91.
(4) LOPES, Hernandes Dias. Mateus: Jesus, O Rei dos reis. 1. ed. 5. reimpressão. São Paulo: Hagnos. 2019. p. 478.
(5) RYLE, J. C. Meditações no Evangelho de Marcos. 2. ed. São José dos Campos: Fiel. 2018. p. 116.
(6) MULHOLLAND, Dewey M. Marcos Introdução e Comentário. 1. ed. 1. reimpressão. São Paulo: Vida Nova. 2005. p. 91.
(7) RYLE, J. C. Meditações no Evangelho de Marcos. 2. ed. São José dos Campos: Fiel. 2018. p. 116 - 117.